E mais um domingo chegava, era dia de corrida, mas quem corria primeiro era eu. Corria pra tomar banho, pra tomar café e principalmente pra ligar a televisão. Era algo magico, assistir aqueles carros em alta velocidade, ultrapassagens magnificas principalmente de um brasileiro, um compatriota, alguem que nasceu no mesmo país que eu, alguem que falava português. Uma pessoa que dava alegria para um povo sofrido, com tamanha miséria, mas que sempre se alegrou ao ver alguem que mesmo nesse país de poucas oportunidades, conseguia vencer os gringos, conseguia dar show pra levantar a platéia.